Famílias equilibradas: comer em família protege a saúde mental
Por: Redacção Portal Psicologia 24 Horas | Portal Psicologia 24 Horas Tempo de leitura: ~3 minutos Uma revisão científica de Hammons e Fiese (2011), publicada na revista Pediatrics, demonstrou que famílias que partilham refeições com frequência apresentam melhor comunicação, maior coesão familiar e menor risco de problemas emocionais em crianças e adolescentes. À mesa cria-se um espaço natural de diálogo, regulação emocional e sentimento de pertença um escudo silencioso contra a ansiedade, a depressão e os comportamentos de risco. Descubra as 4 razões científicas para começar ainda esta semana a comer em família pelo menos uma vez por semana.
Uma revisão publicada por Hammons e Fiese (2011) demonstrou que famílias que compartilham refeições com frequência tendem a apresentar:
1 - Melhor comunicação
O momento da refeição cria um espaço natural para o diálogo, onde pais e filhos podem partilhar experiências do dia, sentimentos e opiniões, fortalecendo a escuta activa e a expressão emocional.
2 - Maior coesão familiar
Sentar-se à mesa regularmente promove proximidade, reforça os laços afectivos e aumenta o sentimento de pertença, tornando a família mais unida e colaborativa.
3 - Redução do estresse
Ambientes familiares acolhedores durante as refeições contribuem para o relaxamento psicológico, ajudando a diminuir tensões acumuladas do dia e favorecendo a regulação emocional.
4 - Menor risco de problemas emocionais em crianças e adolescentes
A convivência frequente permite maior supervisão, apoio emocional e identificação precoce de dificuldades, funcionando como factor protector contra a ansiedade, depressão e comportamentos de risco (consumo de álcool e drogas).
Domingo também é dia de cuidado. À mesa, partilha-se alimento, afecto e promove-se a saúde mental.
E você quantas vezes se senta à mesa para comer em companhia da sua família?
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Referência:
Hammons, A. J., & Fiese, B. H. (2011). Is frequency of shared family meals related to the nutritional health of children and adolescents? Pediatrics, 127(6), e1565–e1574.