Quando a Inclusão Sai do Discurso e se Torna Acção: Projeto Famílias Atípicas Angola, promove primeira acção solidária e reforça compromisso com a inclusão
Por: Redação | Portal Psicologia 24 Horas |Tempo de leitura: ~3 minutos. No dia 31 de Julho, o Projecto Famílias Atípicas Angola realizou a sua primeira acção solidária no Centro APEGADA, em Luanda, reunindo 48 crianças beneficiárias, 22 mães atípicas, 22 técnicos e 12 membros do projecto. Sob a coordenação de Daniel Samba, a iniciativa reforçou o compromisso com uma sociedade mais inclusiva e sensível às necessidades das famílias atípicas, através de momentos de oração, animação infantil, entrega de bens e um gesto emocionante: uma criança atípica ofereceu ao projecto um quadro produzido durante a actividade. Descubra como esta acção representa um apelo à responsabilidade colectiva pela inclusão em Angola.
Quando a Inclusão Sai do Discurso e se Torna Acção: Projeto Famílias Atípicas Angola, promove primeira acção solidária e reforça compromisso com a inclusão
Luanda — Num país onde milhares de famílias continuam a enfrentar desafios diários relacionados com a deficiência, os transtornos do neurodesenvolvimento e outras condições que exigem apoio especializado, o Projecto Famílias Atípicas Angola deu um passo significativo ao concretizar a sua primeira acção solidária no Centro APEGADA, demonstrando que a inclusão se constrói com acções concretas e não apenas com discursos.
Realizada no dia 31 de Julho, a iniciativa reuniu 48 crianças beneficiárias, 22 mães atípicas, 22 técnicos e 12 membros do projecto, num ambiente de partilha, acolhimento e valorização da pessoa humana.
A actividade foi recebida pelo presidente do Centro APEGADA, António Teixeira, e pela directora, Arsénia Figueira, contando ainda com a presença de profissionais de diferentes áreas e convidados que testemunharam o momento.
A sessão teve início às 10 horas, com palavras de boas-vindas do presidente da instituição anfitriã, seguindo-se a intervenção do coordenador do Projecto Famílias Atípicas Angola, Daniel Samba, que reafirmou o compromisso da organização em promover uma sociedade mais inclusiva e sensível às necessidades das famílias atípicas.
O programa incluiu um momento de oração conduzido por dois adolescentes do centro, actividades recreativas e culturais, animação infantil e momentos de convívio que proporcionaram alegria às crianças e às suas famílias.
Um dos pontos altos da jornada foi a entrega de bens destinados ao Centro APEGADA, apresentada pela secretária do projecto, Sandra Candeias, e recebida com satisfação pela direcção da instituição e pelos beneficiários.
A emoção marcou igualmente a cerimónia quando uma criança atípica ofereceu ao projecto um quadro produzido durante a actividade. O gesto simbolizou o reconhecimento pelo apoio recebido e evidenciou que, quando encontram oportunidades e ambientes inclusivos, estas crianças revelam talento, criatividade e enorme capacidade de superação.
O encontro terminou por volta das 14 horas, com um momento de confraternização entre famílias, profissionais, voluntários e parceiros, reforçando os laços de solidariedade que estiveram na base da iniciativa.
A primeira acção do Projecto Famílias Atípicas Angola representa mais do que um acto de solidariedade. Constitui um apelo à responsabilidade colectiva para que a inclusão deixe de ser apenas uma aspiração e passe a integrar, de forma efectiva, as políticas públicas, as instituições e a consciência da sociedade angolana.
Porque uma sociedade verdadeiramente desenvolvida mede-se pela forma como acolhe, protege e valoriza os seus cidadãos mais vulneráveis.